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		<title>Catálogo da JEMP</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 19:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div><object id="77fda590-d01d-5a53-f11a-497157ea2229" style="width: 420px; height: 297px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111116192311-774aafdeacf74866bd87ceaa4081c429" /><param name="flashvars" value="mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111116192311-774aafdeacf74866bd87ceaa4081c429" /><embed id="77fda590-d01d-5a53-f11a-497157ea2229" style="width: 420px; height: 297px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111116192311-774aafdeacf74866bd87ceaa4081c429" flashvars="mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111116192311-774aafdeacf74866bd87ceaa4081c429" wmode="transparent" menu="false" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Visite nosso Stand na Fispal Tecnologia</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 20:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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		<category><![CDATA[Feira]]></category>
		<category><![CDATA[JEMP Equipamentos]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Convite-Fispal-TEcnologia.png"><img class="size-full wp-image-535 aligncenter" title="Convite - Fispal TEcnologia" src="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Convite-Fispal-TEcnologia.png" alt="" width="489" height="382" /></a></p>
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		<title>Acordo entre Brasil e China traz oportunidades para a indústria</title>
		<link>http://www.jemp.com.br/blog/2011/04/16/acordo-entre-brasil-e-china-traz-oportunidades-para-a-industria/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Apr 2011 15:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Setor]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[A visita da presidente Dilma Rousseff à China nessa semana pode trazer oportunidades de crescimento para a indústria brasileira e possibilidades de aumento nas exportações de produtos manufaturados para a China.
O desequilíbrio da balança comercial ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A visita da presidente Dilma Rousseff à China nessa semana pode trazer oportunidades de crescimento para a indústria brasileira e possibilidades de aumento nas exportações de produtos manufaturados para a China.</em></p>
<p>O desequilíbrio da balança comercial e a desigualdade das operações entre Brasil e China dificultam a competitividade da indústria interna e prejudicam a relação entre os dois países. Analisando as operações, nota-se que, em sua maioria, o Brasil exportou produtos básicos e importou produtos manufaturados. A baixa da exportação de manufaturados pode fazer com que <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.nei.com.br/lista/Empresas-de-Maquinas-Equipamentos-Dispositivos.aspx');" href="http://www.nei.com.br/lista/Empresas-de-Maquinas-Equipamentos-Dispositivos.aspx" target="_blank">máquinas e equipamentos</a> fiquem mais caros para produção e compra no mercado interno, o que incentiva o aumento das importações.</p>
<p>Com esse, dentre outros temas em pauta, a presidente desembarcou essa semana em Pequim em busca de acordos bilaterais que favoreçam a exportação de produtos de alto valor agregado, bem como o estabelecimento de empresas brasileiras na China.</p>
<p>A execução da agenda de comércio exterior poderá dar à <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.nei.com.br');" href="http://www.nei.com.br/" target="_blank">indústria nacional</a> novo fôlego para enfrentar a perda de participação frente aos produtos importados, que, em alguns casos, chega a 60%.</p>
<p>Na quarta-feira (13), Dilma reuniu-se com o presidente do Comitê Permanente da Assembleia Popular Nacional da China, Wu Bangguo, e o premiê chinês, Wen Jiabao. Bangguo afirmou que, em breve, um mecanismo de diálogo entre os dois países deverá ser iniciado, buscando aprofundar o relacionamento e a cooperação bilaterais.</p>
<p>Frente a essa oportunidade, surge o desafio para a <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.nei.com.br/lancamentos/lancamentos.aspx');" href="http://www.nei.com.br/lancamentos/lancamentos.aspx" target="_blank">indústria nacional</a> se preparar e fortalecer para atender a demanda externa e intensificar sua atuação interna.</p>
<p>Fonte: <a href="http://blog.nei.com.br/">Blog NEI</a></p>
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		<title>Produção industrial bate o recorde dos últimos 24 anos</title>
		<link>http://www.jemp.com.br/blog/2011/02/07/producao-industrial-bate-o-recorde-dos-ultimos-24-anos/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 14:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informes]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Setor]]></category>

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No fechamento de 2010, a indústria apresentou crescimento de 10,5%, segundo dados do IBGE, percentual que garantiu a maior expansão desde 1986. Em destaque, fica a categoria de “bens de capital”, com 20,8% de acréscimo. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/a_producao_industrial_deve_voltar_a_subir_no_estado_de_sao_paulo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-527" title="a_producao_industrial_deve_voltar_a_subir_no_estado_de_sao_paulo" src="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/a_producao_industrial_deve_voltar_a_subir_no_estado_de_sao_paulo-300x181.jpg" alt="" width="300" height="181" /></a></p>
<p>No fechamento de 2010, a indústria apresentou crescimento de 10,5%, segundo dados do IBGE, percentual que garantiu a maior expansão desde 1986. Em destaque, fica a categoria de “bens de capital”, com 20,8% de acréscimo.  É relevante avaliar que o resultado expressivo se deu com uma base de comparação inferior, visto que em 2009 o País sofria os efeitos da crise financeira e, apesar do número positivo, o crescimento de 10,5% está abaixo da média geral dos últimos 11 meses (11,2%). Também vale comentar que, na comparação entre Dez/10 e o mês anterior, a produção industrial recuou 0,7% em relação a Nov/10, sendo o pior resultado dos últimos seis meses, mas, apesar disso, há crescimento de 2,7% em relação a Dez/09.  Em relação aos setores, 25 dentre os 27 avaliados apresentam resultado positivo em relação a Dez/09, sendo que as maiores expansões ficam com veículos automotores (24,2%), seguido por máquinas e equipamentos (24,3%) e máquinas e metalurgia básica (17,4%).  Como influência dessa evolução, estão o reflexo da recuperação dos investimentos após a crise de 2009, demandas por insumos para produção de bens finais e exportação de commodities, além das boas condições de crédito e mercado de trabalho. Apesar disso, a falta de estrutura para atender as demandas internas gera altas na importação, fator determinante para o crescimento da indústria brasileira.</p>
<p>Via: <a href="http://www.nei.com.br">Nei</a></p>
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		<title>Investimento em inovação Garante o Futuro das Empresas</title>
		<link>http://www.jemp.com.br/blog/2011/01/19/investimento-em-inovacao-garante-o-futuro-das-empresas/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 11:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do Setor]]></category>

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		<description><![CDATA[Via: (Blog NEI)
De uma maneira geral, as organizações brasileiras não possuem ou são modestas no reconhecimento das atividades de P&#38;D. Os projetos, as pessoas e os orçamentos financeiros para as atividades de pesquisa, desenvolvimento e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Via</strong>: (<a href="http://www.blog.nei.com.br" target="_blank">Blog NEI</a>)</p>
<p>De uma maneira geral, as organizações brasileiras não possuem ou são modestas no reconhecimento das atividades de P&amp;D. Os projetos, as pessoas e os orçamentos financeiros para as atividades de pesquisa, desenvolvimento e assistência técnica são vistas e tratadas como ações fora da realidade, desnecessárias para o momento atual, como algo que vem para modificar aquilo que sempre funcionou e como custos e despesas.</p>
<p><a href="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/industrias1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-523" title="industrias" src="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/industrias1.jpg" alt="" width="720" height="460" /></a></p>
<p>Há de haver um novo olhar para as questões ligadas à pesquisa e desenvolvimento de <a href="http://www.nei.com.br/lancamentos/lancamentos.aspx" target="_blank">novas tecnologias</a>. Elas merecem seu devido valor e reconhecimento, uma vez que a inovação deixa de ser um diferencial competitivo para as organizações para se tornar um tema necessário e presente na estratégia, na estrutura e no dia a dia.</p>
<p>Não se trata apenas de vencer os limites da concorrência ou surpreender o cliente. Inovar para as empresas representa agora superar os próprios limites em todas as suas dimensões, pois os processos de inovação têm a propriedade de ser multidisciplinar, ser multifuncional e de permear por todas as áreas. É na área de P, D &amp; I que encontramos a função de inovar. Nela encontramos a competência de envolver representantes das mais diversas funções na organização como alta direção, financeira, mercadológica, <a href="http://www.nei.com.br/" target="_blank">industrial</a>, técnica, qualidade, segurança e meio ambiente nas decisões, relações e resultados.</p>
<p><span id="more-521"></span></p>
<p>Quem já ouviu falar da empresa Olivetti? Significativamente um ícone na produção de máquinas de escrever, mas que foi ultrapassada por empresas como IBM, Itautec e outras conterrâneas que acreditaram e investiram nos desenvolvimentos dos <a href="http://www.nei.com.br/guia/resultado.aspx?o=h&amp;w=134280&amp;wBusca=Computadores&amp;area=produtos" target="_blank">computadores</a>. A opção da Olivetti era manter-se no nicho das máquinas de escrever, este mercado era cativo e dominado por ela. Os negócios iam muito bem, obrigado!!! Então, por que mudar? Ela não acreditou na grande mudança tecnológica e poucos meses foram suficientes para perder este mesmo mercado. Quando despertou para o fato, era tarde demais, estava fadada ao fim.</p>
<p>O papel que a inovação tecnológica tem assumido e contribuído para o desenvolvimento socioeconômico dos países por meio da criação de novas oportunidades de negócio é inegável (SBRAGIA, 2006). O ritmo dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, sem dúvida alguma, irá depender cada vez mais da sua capacidade de introduzir novas tecnologias para tornar sua empresa mais competitiva e, conseqüentemente, contribuir para o desenvolvimento do país.</p>
<p>Andreassi (1999) mostrou que a intensidade em P&amp;D (despesa em P&amp;D por faturamento bruto) está altamente correlacionada com o percentual do faturamento da empresa gerado por produtos novos ou melhorados. Como esse percentual equivale a uma parcela significativa do faturamento das empresas (em média 37%), pode-se ter uma ideia do quão estratégico podem ser os investimentos em P&amp;D, notadamente naqueles setores onde a obsolescência tecnológica é alta e, portanto, o ciclo de vida dos produtos é baixo. No mercado brasileiro podemos destacar algumas empresas que são exemplos de práticas nos investimentos consistentes em programas de inovações e P, D &amp; I com resultados satisfatório a longo prazo, estamos falando de empresas como Embraer, Petrobrás, Natura e outras.</p>
<p>À medida que as empresas brasileiras despertam para a inovação tecnológica, a função de P, D &amp; I evolui e aponta para uma relação entre a acumulação de capital e <a href="http://www.nei.com.br/" target="_blank">tecnologia de manufatura</a>, mostrando nítida posição, espaço na organização e crescimento.</p>
<p>A utilização de instrumentos de gestão eficaz assume papel de alta importância no acompanhamento do desenvolvimento e do atendimento aos objetivos da estrutura de P, D &amp; I. As funções gerenciais da estrutura de P, D &amp; I permitem organizar os recursos humanos e materiais de forma a possibilitar atingir o dos objetivos maximizando a utilização dos recursos disponíveis.</p>
<p>Estas colocações nos permitem concluir que se considerarmos as decisões relativas à estrutura de P, D &amp; I para as empresas brasileiras nacionais e multinacionais, há fatores que mais interferem na decisão quanto à  função P, D &amp; I. São eles: qualidade e disponibilidade de pessoal qualificado, existência de Universidades e Institutos de Pesquisa, infra-estrutura básica e incentivos fiscais. Estes pontos precisam ser considerados e devidamente tratados na elaboração deste tipo de estrutura.</p>
<p>Consideramos ainda de extrema importância para o Brasil aproveitar a tendência da descentralização e adotar medidas efetivas, com o propósito de atrair investimento das empresas transnacionais para a criação de centros de P&amp;D no país. Se o Brasil não fizer, seguramente outros países da América latina o farão e trarão para si o capital intelectual do conhecimento que caminha junto a cada projeto de inovação tecnológica.</p>
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		<title>Vídeo Nauta Mixer e Ribbon Blender</title>
		<link>http://www.jemp.com.br/blog/2011/01/10/video-nauta-mixer-e-ribbon-blender-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 16:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Top]]></category>

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		<description><![CDATA[Nauta Mixer:

Um dos modelos de misturador de pós mais efieciente é o Nauta Mixer, é um misturador vertical, cônico com uma rosca misturadora montada em um braço orbital que trabalha paralelo a parede do cone. Esta ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nauta Mixer:<br />
</strong><br />
Um dos modelos de misturador de pós mais efieciente é o <strong>Nauta Mixer</strong>, é um misturador vertical, cônico com uma rosca misturadora montada em um braço orbital que trabalha paralelo a parede do cone. Esta rosca faz a mistura do produto desde o fundo do tanque e, junto ao movimento de rotação do braço, promove uma mistura de grande precisão. É muito eficiente para pós de granulometrias e densidades variadas. Neste equipamento a dispersão material é perfeita, com precisão de até 0,05%, mesmo com formulações de pequeno porcentual das matérias-prima. O tempo da mistura é muito rápido com obtenção de homogeneidade perfeita. Pode ser utilizado também para secagem ou resfriamento, através de camisas. Este equipamento é muito conhecido por sua suavidade no funcionamento e no baixo consumo de energia.</p>
<p><strong>Ribbon Blender:</strong></p>
<p>Os misturadores de pós são diferenciados pelas características físicas dos materiais a serem processados. Os misturadores mais consagrados no mercado são os misturadores do tipo <strong><em>Ribbon blender</em></strong> que por ação da rotação de roscas (interna e externa), em sentido contrário, fazem a mistura do produto. Neste equipamento o processo pode ser contínuo ou por batelada com descarga central, lateral ou através de descarregador de rosca contínua que pode também servir como “envasador”. Possuem durabilidade e baixo custo de manutenção.<br />
O acesso ao seu interior para limpeza é facilitado pela tampa superior, que é aberta totalmente. Este tipo de equipamento pode ser dotado de camisas externas de resfriamento ou aquecimento.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="243" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/n65mM_tweVY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="243" src="http://www.youtube.com/v/n65mM_tweVY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span id="more-513"></span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-515" title="Captura de tela 2011-01-10 às 13.29.39" src="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/Captura-de-tela-2011-01-10-às-13.29.39.png" alt="" width="635" height="332" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A sustentabilidade dos incentivos às fontes alternativas renováveis</title>
		<link>http://www.jemp.com.br/blog/2011/01/07/a-sustentabilidade-dos-incentivos-as-fontes-alternativas-renovaveis/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 11:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Setor]]></category>
		<category><![CDATA[Top]]></category>

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		<description><![CDATA[(Via: Blog NEI) Na área ambiental, o quilowatt mais eficiente é o que não consumimos. Para uma matriz elétrica sustentável não basta boa vontade, ideologia ecológica ou visão ambiental estratégica.

É inegável a importância das fontes ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(<strong>Via</strong>: <a href="http://blog.nei.com.br/">Blog NEI</a>) Na área ambiental, o quilowatt mais eficiente é o que não consumimos. Para uma matriz elétrica sustentável não basta boa vontade, ideologia ecológica ou visão ambiental estratégica.</p>
<p><a href="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/renovaveis.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-504" title="renovaveis" src="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/renovaveis.jpg" alt="" width="553" height="504" /></a></p>
<p>É inegável a importância das fontes alternativas e renováveis sob o aspecto de alternativa para a matriz energética nacional, sob a perspectiva da sustentabilidade ambiental na exploração de fontes com baixa emissão de carbono.</p>
<p>No Brasil, <a href="http://www.nei.com.br/guia/resultado.aspx?o=t&amp;w=energias%20renov%E1veis&amp;wBusca=energias%20renov%E1veis&amp;area=categorias" target="_blank">energias renováveis</a> são também as mais competitivas (hidro e biomassa). A adoção de energias renováveis, sem prestar muita atenção aos custos imediatos, pode ser temerária, já que pagar mais por energia ainda não é uma opção desejada pelos consumidores brasileiros.</p>
<p>Porém, existe uma janela de oportunidade excepcional para os biocombustíveis nos próximos anos, atendendo o crescimento da demanda numa conjuntura de escassez de hidroeletricidade e gás natural. O etanol de segunda geração, produzido a partir da celulose, presente nos resíduos da cana-de-açúcar e em outras matérias-primas vegetais, é uma alternativa fundamental para produzir o combustível renovável e fazê-lo em bases sustentáveis sem prejudicar a produção de alimentos. O preço da bioeletricidade tende a aumentar devido ao etanol celulósico, em consequência do custo de oportunidade para o bagaço de cana com essa nova utilidade.</p>
<p><span id="more-503"></span>A <a href="http://www.nei.com.br/guia/resultado.aspx?o=t&amp;w=energia%20e%F3lica&amp;wBusca=energia%20e%F3lica&amp;area=categorias" target="_blank">energia eólica</a> poderá ser uma opção competitiva numa “segunda onda”, com tendência de queda do preço dos equipamentos eólicos para as próximas décadas. Na Europa, o investimento crescente em energia eólica se dá por absoluta falta de alternativa mais viável economicamente, o que não é o caso brasileiro.</p>
<p>A sustentabilidade é um conceito indeterminado. Não dispomos de indicadores objetivos e quantitativos mínimos para avaliar os resultados alcançados. O foco está nos processos de governança e na utilização das melhores práticas técnica e economicamente viáveis e disponíveis.</p>
<p>Comparativamente com outras nações, podemos nos orgulhar do quanto evoluímos em direção a sustentabilidade. Nossas matrizes de geração de energia elétrica e a matriz de energia primária são “limpas”, com baixa utilização de carbono, sendo, portanto, um crédito ambiental, patrimônio da sociedade brasileira. Somos hoje o que muitas nações gostariam de ser amanhã.</p>
<p>O Projeto de Lei Nº 630, de 2003, estabelece incentivos à produção de energia a partir de fontes alternativas renováveis e biocombustíveis; fomenta a realização de pesquisas relacionadas a essas fontes de energia e ao hidrogênio para fins energéticos e institui o Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis.</p>
<p>O maior obstáculo para o avanço das <a href="http://www.nei.com.br/guia/resultado.aspx?o=t&amp;w=energias%20renov%E1veis&amp;wBusca=energias%20renov%E1veis&amp;area=categorias" target="_blank">fontes alternativas renováveis</a> é a falta de recursos para financiar os custos de instalação e operação desses empreendimentos. Quando as <a href="http://www.nei.com.br/guia/resultado.aspx?o=t&amp;w=energias%20renov%E1veis&amp;wBusca=energias%20renov%E1veis&amp;area=categorias" target="_blank">energias alternativas renováveis</a> estiverem ao alcance de todos e a efetividade climática e a ética de implementação forem inquestionáveis, haverá possibilidades concretas de redução das emissões de CO<sub>2</sub>.</p>
<p>São fatores críticos de sucesso para a sustentabilidade dos incentivos às fontes alternativas renováveis:</p>
<p>1) A concessão de subsídios com tempo definido, visando evitar onerar desnecessariamente os contribuintes e os consumidores;</p>
<p>2) Mecanismos de inserção aderentes às regras de mercado, com respeito aos contratos existentes, dando preferência a incentivos em lugar de imposições e prioridade às fontes menos onerosas;</p>
<p>3) Uma política <a href="http://www.nei.com.br/" target="_blank">industrial</a> para que os complexos industriais fabricantes desses equipamentos se instalem/permaneçam no país.</p>
<p>Apesar dos diversos mecanismos propostos pelo PL 630/03 terem como objetivo o fomento das energias incentivadas, o mesmo apresenta impactos negativos nos demais agentes de geração, com aumento de tarifas de difícil aceitação à sociedade.</p>
<p><a href="http://www.nei.com.br/lista/Empresas-de-Produtos-Eletricos.aspx" target="_blank"><strong>Acesse aqui</strong></a> produtos elétricos que podem otimizar sua planta industrial.</p>
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		<title>Indústria quer soluções</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 12:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias do Setor]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/quinta_foto1b.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-495" title="quinta_foto1b" src="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/quinta_foto1b.jpg" alt="" width="501" height="334" /></a></p>
<p>A elevada carga tributária sobre a importação e exportação de serviços, provocada pela bitributação, foi tema de uma reunião do Conselho Brasil &#8211; União Europeia sobre Investimentos e Tributos, realizada em novembro, no escritório de São Paulo da CNI. O grupo foi criado em outubro de 2009, pela CNI e sua congênere Businesseurope, com o objetivo de propor soluções para os problemas fiscais que afetam o comércio bilateral e os fluxos de investimentos entre o Brasil e os países europeus. O intercâmbio comercial entre o Brasil e a União Européia subiu 184% entre 2002 e 2008: de US$ 29,1 bilhões para US$ 82,6 bilhões. Ao longo desta semana <strong>Indústria Brasileira.COM</strong> vem discutindo o tema da bitributação e seus prejuízos para o País (<a href="http://www.revistaindustriabrasileira.com.br/temas/semana/61" target="_blank">veja demais reportagens</a>).</p>
<p>Debater o problema da bitributação na prestação de serviços entre empresas situadas em diferentes países foi uma das prioridades do Conselho, que elencou ainda como questões emergenciais um novo cálculo de preço de transferência e a assinatura de mais acordos para evitar a dupla tributação.  Segundo o analista de Relações Internacionais da CNI, Antônio Josino Meirelles, a perspectiva do Conselho é apresentar ao governo uma proposta de tributação sobre importação e exportação de serviços. Um exemplo clássico de dupla tributação para essas operações decorre da iniciativa do fisco brasileiro de tributar serviços técnicos realizados por empresas situadas em países com quem o Brasil possui tratado.</p>
<p>Segundo Beth Ramos, tributarista da área de Petróleo e Gás, os tratados que o Brasil assina preveem que a tributação na prestação de serviços técnicos somente se dará no país onde está o prestador. “Obviamente, os países dos prestadores de serviços entendem que podem tributar esses lucros e, como não acatam a tributação brasileira, não aceitam a compensação do imposto pago aqui”, ressalta Ramos.</p>
<p>A gerente-executiva de Negociações Internacionais da CNI, Soraya Rosar, defende a assinatura de tratados bilaterais com dispositivos precisos, de modo a não permitir interpretações diferentes nos tribunais. A reunião plenária do dia 24 de novembro será a primeira que terá um representante do governo federal. “Será importante essa aproximação com o governo”, ressalta Meirelles. O Conselho foi estabelecido pela declaração conjunta do 3º Encontro Empresarial Brasil &#8211; União Europeia, assinada em Estocolmo, em 2009. Mas a primeira reunião do grupo ocorreu no dia 22 de junho de 2010, no escritório da CNI em São Paulo. No dia 14 de julho, o Conselho levou à cúpula dos governos do Brasil e da União Européia, reunida em Brasília, um documento com sugestões para facilitar os acordos para evitar a dupla tributação.</p>
<p>Coordenado pela CNI e pela Businesseurope, entidade que representa 40 federações industriais e 20 mil empresas de 34 países da União Européia, o Conselho reúne várias multinacionais com atuação no Brasil e grandes empresas brasileiras. Desde sua formação, 22 empresas integraram o grupo, tais como a Volvo, Unilever, Volkswagen do Brasil, Petrobras, Embraer e a Odebrechet.</p>
<p>Por <strong>Ines Andrade</strong> (<a href="http://www.revistaindustriabrasileira.com.br/"><em>Revista Indústria Brasileira</em></a>)</p>
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		<title>2011</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 19:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Alimentícia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria química]]></category>
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		<title>A JEMP Equipamentos deseja a todos um Feliz Natal!!!</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Dec 2010 16:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[Informes]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/anuncio_rose.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-487" title="feliz_natal_voz_do_jacare2" src="http://www.jemp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/anuncio_rose-579x1024.jpg" alt="" width="579" height="1024" /></a></p>
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